
Sony registra patente de analógico magnético para a PS6
O desgaste acelerado de componentes físicos em acessórios caros sempre foi um ponto fraco inaceitável nas últimas gerações de consoles. Disposta a cortar esse mal pela raiz na construção da PS6, a Sony deu um passo firme ao registrar uma patente focada em reformular a estrutura dos seus joysticks. A documentação apresentada prevê a substituição das peças tradicionais de contato mecânico por sensores magnéticos sem fricção, adotando a tecnologia conhecidamente chamada de TMR. A eliminação do atrito entre os componentes internos impede a deterioração do mecanismo com o passar do tempo, erradicando a falha que registra comandos fantasma.
A mudança também impacta diretamente o consumo de energia, uma vantagem importante para manter a autonomia das baterias em controles sem fio.
A estrutura inclui um mecanismo redesenhado de molas para assegurar o retorno imediato e preciso do manípulo à posição central assim que o jogador solta o analógico.
Lidar com controles que ganham vida própria após poucos meses de uso virou um transtorno crônico na indústria, de modo que ver a fabricante investir em soluções duráveis demonstra o respeito que o consumidor merece. A revisão interna no design da peça ainda previne rotações indesejadas do eixo, garantindo que a pressão exercida nos dedos seja convertida em respostas ágeis e sem perdas de calibração dentro do jogo.
Garantir estabilidade e durabilidade em componentes essenciais deveria ser o padrão básico de qualquer hardware, e a decisão de adotar tecnologia magnética mostra que a empresa finalmente entendeu a gravidade do problema. Resta torcer para que essa inovação saia do papel e venha integrada de fábrica nos acessórios da próxima geração, sem que o custo da melhoria seja repassado ao bolso do jogador.



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