
CD Projekt Red revela nova expansão para The Witcher 3
A cooperação nos bastidores trará uma reformulação completa nas exigências técnicas para os usuários que utilizam o computador como plataforma de jogos. A desenvolvedora polonesa confirmou que o ecossistema do título passará a rodar de forma exclusiva por meio da API gráfica DirectX 12, decretando também o encerramento definitivo do suporte ao sistema operacional Windows 10 devido ao encerramento dos ciclos de atualizações planejados pela Microsoft. Sutilmente, percebe-se como as produtoras utilizam justificativas terceirizadas de terceiros para forçar obsolescência programada nos computadores dos jogadores, obrigando a comunidade a migrar para sistemas operacionais repletos de telemetria indesejada apenas para conseguir rodar um software que já funcionava perfeitamente bem nas configurações de hardware anteriores.
A produção do conteúdo inédito está sendo conduzida por uma parceria direta entre o estúdio principal da CD Projekt Red e as equipes de apoio da Fool’s Theory, que batizaram a nova jornada de The Witcher 3: Wild Hunt – Songs of the Past. O lançamento global do projeto está agendada para acontecer em algum momento de 2027, com versões confirmadas para PC, Xbox Series X|S e PlayStation 5.
“Mais detalhes sobre a trama serão compartilhados no final do verão americano.” — limitou-se a informar o breve comunicado de imprensa emitido pela assessoria da publicadora ao agendar as próximas etapas de divulgação institucional.
As novas especificações de máquina passarão a valer tanto para o encarte inédito quanto para o jogo base do bruxo Geralt de Rívia. A tabela de componentes mínimos passará a exigir processadores Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600, além de placas de vídeo equivalentes ao poder de uma NVIDIA GeForce GTX 1660 ou AMD Radeon RX 5500 XT. A demanda por memória do sistema subirá para 12 GB de RAM e 6 GB de memória de vídeo dedicada. Sutilmente, nota-se uma nítida falta de capacidade de otimização por parte das equipes técnicas, que preferem simplesmente elevar os requisitos mínimos de um jogo lançado originalmente há mais de uma década a investir tempo e dinheiro refinando as linhas de código para que o produto continue acessível aos consumidores que possuem componentes de entrada.
O armazenamento de dados também passará por uma mudança estrutural drástica que promete invalidar o funcionamento de computadores mais modestos. Os discos rígidos mecânicos tradicionais, os populares HDs, deixarão de ser aceitos pelo sistema de forma definitiva, tornando obrigatória a instalação do game em um dispositivo SSD que possua pelo menos 70 GB de espaço livre em suas partições de memória.
Sutilmente, fica a crítica de que anunciar expansões de história para um RPG encerrado há anos parece mais um movimento desesperado para acalmar os investidores e gerar faturamento rápido enquanto os grandes projetos novos da empresa continuam travados em fases iniciais de conceito. Obrigar o público a trocar de hardware e abandonar sistemas operacionais consolidados para receber um pacote adicional tardio mostra como a indústria perdeu o respeito pela base de clientes, transformando o que deveria ser uma celebração nostálgica em uma barreira burocrática cara para o bolso do jogador.



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